Fala pessoal!

Na minha experiência de seis anos atuando na área já vi muita coisa legal, mas também muita coisa que deixou a desejar no quesito INOVAÇÃO. Inovar, sem dúvida é algo subjetivo, o que para mim é uma inovação, para você que está lendo esse post pode não ser. Para discorrer sobre este tema e ajudar você a refletir sobre o seu processo de produção de curso, quero levantar aqui alguns paradigmas do Design Educacional. Vamos a eles:
Até quando a metáfora pode ajudar em curso online?
O uso da metáfora deve ser feito com critério e adequado ao conceito que desejamos passar. Não basta utilizarmos uma metáfora qualquer, um contexto lúdico qualquer, sem que este esteja atrelado a uma estratégia pedagógica bem fundamentada. A metáfora deve dizer mais do que somente um cenário de fundo para "preencher o fundo branco", não é também, somente um ingrediente diferente que nos dará "insights" para produzirmos exercícios com roupagens lúdicas atrativas. Trata-se de algo que deve contribuir, com analogias inteligentes, para uma melhor absorção dos conceitos por parte do aluno, muitas vezes, nem é preciso cenário, apenas com textos, conseguimos fazer analogias que apresentam os conceitos de maneira super eficaz para quem está fazendo o curso. Portanto, vamos "metaforizar" com critério!
O que é Interação?
Interação, como o próprio nome diz, é a ação de interagir com algo, seja ele real ou virtual. No mundo do e-learning, existe uma exigência de que os conteúdos sejam INTERATIVOS e desafiadores, por uma série de fatores: para manter o interesse do aluno, para que ele não durma, para que ele não desista, e por aí vai. Por outro lado, uma proposta de interação deve ser bem estruturada e pensada, não é por que você propõe uma página com dez botões numerados, cada um trazendo uma pop=up com um monte de textos, que o aluno que fará o seu curso estará interagindo com o conteúdo. Na verdade, neste caso, ele estará somente trocando o velho botão avançar, por outros botões. Por isso, muito cuidado na hora de propor suas interações, use a imaginação, proponha um game interativo, algo que desafie o seu aluno a pensar e faça com que ele revisite o conteúdo estudado para fixar os conceitos.
Você conhece o seu público-alvo? Será?
O público-alvo é a peça fundamental do processo de educação online, é para ele que todos nós trabalhamos. Justamente por isso, ele é deve ser melhor explorado, no mundo corporativo - quem trabalha neste ramo pode concordar comigo - recebe-se, na maioria das vezes, algumas informações básicas do público, como: idade, preferências básicas, predominância masculina, ou feminina, e alguns outros poucos dados. Por experiência própria, recomendo que não caia neste erro, e procure quebrar este paradigma no seu processo produtivo. Se você receber somente essas informações, questione seu cliente, investigue, proponha entrevistas ou participações em treinamentos presenciais onde você tenha contato com o seu público. Isso vai lhe ajudar muito na hora de construir seu curso.
Pois bem, esses foram três paradigmas que eu mesmo levantei por conta de situações que vivenciei durante esses anos na área, mas se você tem outra experiência, ou até mesmo não concorda com os pontos que levantei, comente ai. O espaço é livre!
Até a próxima!
Sem querer puxar a "sardinha" pro meu lado, considero que, de todos os heróis responsáveis por levar um aprendizado de qualidade por meios virtuais aos alunos, o Design Educacional é aquele que possui "poderes" e habilidades mais específicas. Os designers, ilustradores e programadores, membros que fazem parte de uma equipe de produção de cursos online, podem, perfeitamente prestar seus serviços para outros tipos de trabalho, como, produção de sites, sistemas, ou animações. Pois bem, onde quero chegar com essa colocação? Estaria eu provocando meus amigos designers, ilustradores e programadores? Não, muito pelo contrário! Sem esses caras não há curso, não há nada! Abaixo, explico o por que comecei esse post com essa provocação. O que quero dizer nesse post é que o Designer Educacional é o único profissional dedicado exclusivamente ao "mundo do EAD". É ele o responsável por captar o conteúdo, entender a necessidade do cliente e transformá-la em uma estratégia pedagógica agradável e de fácil entendimento, que estimule o aprendizado dos alunos. Principalmente no contexto corporativo, onde o conteúdo auto-instrucional é utilizado em demasia (na minha opinião valeria a pena o uso de tutores e outras estratégias colaborativas em alguns casos, mas isso é assunto para um outro post), o Design Educacional precisa se desdobrar para não cair na "mesmice". Justamente por isso, quero dedicar esse post a você Designer Educacional.

Na minha experiência de seis anos atuando na área já vi muita coisa legal, mas também muita coisa que deixou a desejar no quesito INOVAÇÃO. Inovar, sem dúvida é algo subjetivo, o que para mim é uma inovação, para você que está lendo esse post pode não ser. Para discorrer sobre este tema e ajudar você a refletir sobre o seu processo de produção de curso, quero levantar aqui alguns paradigmas do Design Educacional. Vamos a eles:
Até quando a metáfora pode ajudar em curso online?
O uso da metáfora deve ser feito com critério e adequado ao conceito que desejamos passar. Não basta utilizarmos uma metáfora qualquer, um contexto lúdico qualquer, sem que este esteja atrelado a uma estratégia pedagógica bem fundamentada. A metáfora deve dizer mais do que somente um cenário de fundo para "preencher o fundo branco", não é também, somente um ingrediente diferente que nos dará "insights" para produzirmos exercícios com roupagens lúdicas atrativas. Trata-se de algo que deve contribuir, com analogias inteligentes, para uma melhor absorção dos conceitos por parte do aluno, muitas vezes, nem é preciso cenário, apenas com textos, conseguimos fazer analogias que apresentam os conceitos de maneira super eficaz para quem está fazendo o curso. Portanto, vamos "metaforizar" com critério!
O que é Interação?
Você conhece o seu público-alvo? Será?
O público-alvo é a peça fundamental do processo de educação online, é para ele que todos nós trabalhamos. Justamente por isso, ele é deve ser melhor explorado, no mundo corporativo - quem trabalha neste ramo pode concordar comigo - recebe-se, na maioria das vezes, algumas informações básicas do público, como: idade, preferências básicas, predominância masculina, ou feminina, e alguns outros poucos dados. Por experiência própria, recomendo que não caia neste erro, e procure quebrar este paradigma no seu processo produtivo. Se você receber somente essas informações, questione seu cliente, investigue, proponha entrevistas ou participações em treinamentos presenciais onde você tenha contato com o seu público. Isso vai lhe ajudar muito na hora de construir seu curso.
Pois bem, esses foram três paradigmas que eu mesmo levantei por conta de situações que vivenciei durante esses anos na área, mas se você tem outra experiência, ou até mesmo não concorda com os pontos que levantei, comente ai. O espaço é livre!
Até a próxima!
Oi Felipe!
ResponderExcluirMuito legal o seu post, e de muito fácil entendimento também!
Sou graduado em Mkt, e estou começando a me especializar em DI e em ferramentas educacionais p/ web.
Depois de refletir sobre o seu texto, pensei; aplicar algumas técnicas de pesquisa de Mkt para conhecer o público-alvo de um curso, não seria interessante? Assim, alinho meus conhecimentos na busca de conhecer o cliente, com o e-learning!!!
Obrigado Felipe!
Abraços!
Alessandro
Obrigado pela visita, Alessandro!
ResponderExcluirMarketing, sem dúvida, está muito ligado ao e-learning. Acredito que a junção dessas duas técnicas é de grande valia para o enriquecimento das estratégias de aprendizagem nas organizações.
Abraços!
Felipe
Post legal. Mas há um probleminha que eu gostaria se ressaltar: designers educacionais não se dedicam apenas à EaD. Nem mesmo apenas ao treinamento per se. Mas também à iniciativas de melhora de desempenho sejam elas "eLearning", manuais de instrução, job aids (guias passo-a-passo de como se completar ima tarefa), e muito mais formas de apoio ao aluno que vão além do treinamento seja ele em sala de aula ou eLearning.
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